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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Empresário é o principal suspeito de ter matado a própria esposa e jogado o corpo no rio

Encontrado por um pescador boiando nas águas do Rio Pau D’arquinho, o corpo de Cláudeci Alves Leite Rocha (Cláudia), 36, mostrou sinais de que ela pode ter sido assassinada.


 O desaparecimento dela foi anunciado no domingo por familiares e amigos, mas na segunda-feira o próprio marido, o empresário Antônio dos Santos Gomes Rocha, deu entrevista falando do desaparecimento da esposa e inclusive comunicou à Delegacia de Polícia. Uma das linhas de investigação aponta que o próprio marido possa ter dado fim à vida da esposa com quem vivia há 16 anos e teve duas filhas, uma de 9 e outra de 15 anos.

Detalhes dos fatos – Proprietário da Oficina Tony Car, Antônio é um empresário bem conhecido em Redenção. Segundo informações de pessoas próximas, ele teria chegado em casa localizada na Av. Robson Gurjão, no Setor Bela Vista, por volta da meia noite do último sábado. Tony, com é mais conhecido, estaria bêbado e teria se desentendido com a esposa. Houve confusão e, segundo relato de uma pessoa que não quis se identificar, ele teria agredido.
láudia com objeto de ferro e provocado sua morte, em seguida teria colocado o corpo no bagageiro do carro e levado para o local onde o corpo foi encontrado. Até o fechamento dessa edição, o empresário negou tudo, e não se sabe se teria uma outra pessoa envolvida.

No domingo, amigos foram comunicados do desaparecimento da vitima, e na segunda-feira, a oficina foi aberta normalmente. Pessoas que trabalham no local disseram que o galpão da oficina e arredores teria passado por uma lavagem minuciosa, o que leva a crer que possa ter havido a execução no local. O corpo de bombeiro ao resgatar o corpo da vítima disse que não saberia precisar se houve afogamento e que só a pericia poderia informar com precisão, mas disse que havia sinais de pancadas na testa e parte inferior do crânio.
O caso abalou a opinião pública e a família do empresário acionou advogados conceituados. Devido os fortes indícios que apontou para o possível envolvimento do empresário, a polícia o manteve detido durante toda a terça-feira, dia em que o corpo foi encontrado, no intuito de esclarecer o caso. A delegada Viviane é quem está à frente do caso.

Cláudia era uma mulher cujo passado revela uma vida dramática
Segundo pessoas amigas, Cláudia era uma mulher apaixonada pela vida, pelas filhas, a igreja que frequentava e o marido, mas já vinha enfrentando problemas de relacionamento com o esposo nos últimos tempos. Ela tinha uma irmã que sofria esquizofrenia e que no passado teria matado o próprio pai a facadas. A irmã na época foi presa e em seguida cometeu suicídio na cadeia. Cláudia sofreu muito com o assassinato do seu genitor provocado pela própria irmã, mas tentava superar o trauma na dedicação à família. “Ela era uma guerreira, não perdia uma oportunidade de ajudar alguém necessitado”. Disse uma amiga bem próxima. Um dos sonhos profissionais de Claúdia era ser motorista, ela tinha carteira de habilitação com categoria D e dirigia qualquer veículo. Aos 36 anos ela deixou duas filhas e uma história com um final muito triste e intrigante. O sepultamento de Claudia ocorreu na manhã desta quinta-feira. NOSSO JORNAL.  

Curtume de Xinguara acusado de contaminar água do rio Mariazinha

Peixes encontrados mortos no rio pode ter sido por contaminação da água.

Pescadores de Xinguara se depararam com um crime ambiental: mortandade de peixes no Rio Mariazinha, um pequeno rio que passa pela cidade.

Sobre a causa das mortes dos peixes, os pescadores não sabem dizer direito o motivo, mas deduzem que pode ser da água contaminada que é despejada no rio pelo esgoto do curtume da empresa Durli Couros, que vem sendo acusada de deixar vazar dos tanques dela, produtos químicos, ocasionando a morte de peixes, de animais domésticos e até de gado de colonos da região. Diante do crime ambiental que presenciaram, os pescadores resolveram filmar e fotografar tudo.

Tanque principal onde é feito o tratamento da água com resíduos químicos antes de ser jogado no rio.Na manhã de quinta-feira (05/12/13) a reportagem esteve na empresa Durli Couro, onde foi recebida pela gerente Regina Salmão, que designou o gestor ambiental Boniek Xavier Nascimento e o e o gerente de produção Everson Rocha Oliveira, para acompanhar os repórteres durante visita às instalações da empresa.

Os funcionários mostraram como é feito o processo de tratamento do couro, desde a chegada ao curtume até ser beneficiado e ficar pronto para ser usado pela indústria calçadista brasileira e internacional. Eles fizeram questão de dizer que a Durli Couro obedece religiosamente às normas ambientais exigidas pelos órgãos ambientais para esse tipo de indústria. E por último, mostraram os tanques onde é feito o tratamento da água antes dela ser despejada por uma tubulação no rio.

A água desce por um esgoto diretamente no rio

Apesar de toda garantia dada pela Durli Couro, os colonos que moram às margens do Mariazinha, tem versão diferente para essa situação, inclusive, há anos eles denunciam o curtume e os frigoríficos de Xinguara, alegando que são eles os responsáveis pelos crimes ambientais que se sucedem há anos, prejudicando, desta forma, a flora e a fauna, sem que nada seja feito para coibir essa prática.

A própria Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Xinguara, já encaminhou ofícios à Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Pará (SEMA/PA), pedindo providências para as questões ambientais relacionadas ao Rio Mariazinha. Pelo menos dois relatórios já foram enviados para a SEMA em Belém, um em 2009 e outro em Novembro de 2013, relatando as ocorrências e pedindo providências para o caso.

Redenção: Professor de academia é assassinado a tiros

O professor de academia Fábio Xavier, que trabalhava em várias academias de Redenção, foi assassinado na tarde deste sábado (7), com vários tiros de pistola.

Segundo as primeiras informações Fábio estava com amigos num bar no setor Entroncamento, quando um homem se aproximou a pé e disparou vários tiros no professor que morreu na hora.

Xavier, que além de professor de academia era também o fisicultor de Marinho Rocha, e recentemente estava em Belém. Nos próximos dias Fábio iria para São Paulo já para iniciar os trabalhos para mais uma luta de Marinho Rocha.

A polícia ainda não informou qual linha de investigação irá seguir. (Otávio Araújo)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Aplaudida de pé a sentença do júri que absolveu os réus, dividiu a opinião publica



Após 14h de julgamento o júri decidiu pela absolvição de Eliane Maria Rosa e Givaldo de Sá Sousa pela participação na morte de Neto do despachante que ocorreu em 02
de Março de 2012.

É bem verdade que o julgamento foi muito comovente, marcado por muitas lágrimas que foram derramadas por testemunhas envolvidas diretamante no caso, até as testemunhas de acusação beneficiaram a defesa com as resposta que deram aos questionamentos feitos pelo Trio de criminalista contratados para defender  a ré, principalmente quando eram interrogados a respeito das agressões e ameaças que Eliane sofria por Neto, mesmo os que não presenciaram os fatos afirmaram que sabiam dos ocorridos.

Embora a representante do ministério público tenha feito uma brilhante acusação baseada no direito a vida, reiterando que se Eliane tivesse buscado a justiça para denunciar Neto, talvez ele não tivesse sido morto.

O ápice do julgamento sem dúvida alguma foi o depoimento da filha do casal que falou em favor da mãe, relatando situações vivenciadas por ela desde criança, agressões, abusos sexuais e tentativa de homicídio. Tudo  foi contado regado com muitas lágrimas por parte da jovem de 18 anos que afirmou que o pai sempre foi machista e nunca a aceitou por ela ser mulher. "Quando eu nasci ele nem quis me pegar no colo por que eu era mulher, sempre foi agressivo comigo e com minha mãe". Relatou a jovem que encerrou seu depoimento dizendo que diante tudo o que o pai fez, não sente saudade do dele
.

Embora tenha justificado os motivos pelos quais Eliane teria mandato matar Neto, inclusive em seu depoimento quando ela afirma que se não fosse ela no banco dos réus poderia ser ele, a opinião publica na cidade se dividiu. Algumas pessoas inclusive usaram suas paginas nas redes sociais para tecer criticas a decisão do júri, dizendo que os valores estão invertidos e que justiça agora pode ser feita com as próprias mãos.
Nas ruas as pessoas que se manifestaram contraria a decisão do júri chamou de retrocesso a absolvição dos réus, reiterando a fala da promotoria que Eliane sequer tem uma queixa registrada contra Neto.

Mas para a maioria das pessoas que acompanhou o julgamento a absolvição dos réus foi festejada, prova disso foram as palmas quando a sentença foi anunciada, pessoas saíram dos seus assentos e foram cumprimentar a professora sem se importar com a presença da imprensa que fazia a cobertura do julgamento. Muitas lágrimas de emoção foram derramadas por colegas da ré e amigos que aguardavam ansiosos o desfeche do caso. Mais tarde matéria completa sobre o julgamento.



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Termina a instrução do processo de Eliane e Givaldo


Terminada a parte de instrução do processo que deve condenar ou absolver Eliane Maria Rosa de Souza e Givaldo Sá. Foram ouvidas sete testemunhas, entre elas a filha do casal que era a testemunha mais esperada do julgamento, a jovem de 18 anos foi enfática em relatar os fatos vivenciados por ela desde que era criança. “Desde que me entendo por gente vi meu pai bater na minha mãe e soube dos abusos sexuais que ela sofria. Meu pai mesmo depois de separado chegava à casa que morávamos e tirava a roupa e dizia que se eu não quisesse vê-lo fazendo sexo com minha mãe que saísse”. Relatou a jovem aos prantos. Interrogada se sentia saudade do pai, a resposta foi não. “Diante tudo que ele fez com minha mãe, não, eu não sinto saudade dele”. Confessou.

Logo após ouvir as testemunhas foi à vez de Eliane contar o que houve naquele dia, sem negar sua participação no fato Eliane contou os motivos que a levou a financiar o crime que segundo ela foi ideia de seu namorado Givaldo.
Eliane relatou que além de ser agredida fisicamente pelo ex-marido ela também sofria constantemente abusos sexuais, porém foi após um episódio que ocorreu no dia 16 de janeiro de 2012 que ocorreu a oportunidade de “resolver” o problema. Eliane contou com riqueza de detalhes como aconteceu o suposto estupro que foi o estopim da história. Segundo ela após ter sofrido esse estupro em janeiro, ela relatou o fato a seu namorado Givaldo que revoltado com a situação propôs mandar matar Neto, sob a alegação de que não era coisa pra homem aguentar o que estava acontecendo. Partindo desse principio Givaldo teria voltado a Tucumã cidade onde residia e conseguido informações sobre Antônio Juquira a pessoa contratada para executar o crime, o valor combinado foi 15 mil reais que foram pagos antes mesmo da execução do serviço.

Na fala da promotora ela enfatizou que os réus apesar de justificarem os motivos pelos quais executaram Neto, nenhuma das penas que os réus irão pegar será pena de morte, pena a qual Neto foi condenado por Eliane e Givaldo. Disse também a cerca do tempo em que se passou enquanto o crime era arquitetado, mostrando que houve tempo de se arrepender.

Falou também do fato da ré ser uma pessoa esclarecida. Dizer que foi a delegacia, mas não foi atendida foi questionada pela promotora, dizendo ainda que a ré poderia ter procurado o MP, mas não o fez. Em relação ao tempo que viveu nessa situação de agressões, a promotora disse que não justifica ela ter se submetido ao que ela relata por tanto tempo, uma vez que ela não dependia de Neto financeiramente.

Segundo relatou a representante do Ministério Publico três versões já foram apresentadas pelos réus, a primeira dada na delegacia dava conta de que o crime havia sido encomendado por que Neto havia ameaçado os réus. Em audiência com Juiz a justificativa foi que ao estarem saindo da cidade Neto havia apontado a arma para Givaldo e Juquira que revidaram com 4 tiros, e a terceira contada hoje, que o fato se deu por causa do suposto estupro dia 16 de Janeiro

Dr. Arnaldo, Dr. Cleuber e Dr. Wanderley advogados de defesa
Porem com um trio de advogados selecionados entre os melhores criminalistas da região que foi contratado pela ré Eliane a fim de fazer sua defesa, advogados experientes de Marabá, Dr. Wanderley e Dr. Arnaldo júnior juntamente com Dr. Cleuber Mendes de Canaã, fizeram a defesa da ré baseada em direito de se defender. Sem acometer em momento algum a legitima defesa.

Vídeos de reportagens do fantástico e da TV bandeirantes foram exibidos no plenário que mostraram a fragilidade da lei Maria da Penha, e também da aplicação das leis no país, casos como de vitimas que foram assassinadas com mandados de segurança expedidos por Juízes no bolso. Mostraram também os índices dos crimes contra a mulher que são cometidos no Brasil e usaram o próprio caso de Maria da Penha que lutou 19 anos para a condenação do marido que a deixou paraplégica e que hoje encontra-se em liberdade.
Os advogados de defesa também tentaram sensibilizar o júri relembrando os depoimentos das testemunhas tanto de defesa quanto de acusação que falaram sobre o comportamento de Neto para com Eliane.

Neste momento os jurados estão na sala secreta votando pela condenação ou absolvição dos réus, qualquer momento sai o resultado.




Acontece agora o Julgamento de Eliane Maria Rosa, acusada de mandar matar Neto do DMTC




Acontece neste momento na câmara municipal de Canaã dos Carajás o julgamento de Eliane Maria Rosa, ela é acusada de mandar matar o ex marido Severino Constantino de Souza Neto, ele era diretor do Departamento de Transito de Canaã e era conhecido também como Neto do despachante.

O julgamento marcado para iniciar as 9h atrasou devido a falta de uma testemunha, onde o juiz Dr. Lauro Fontes Junior determinou a condução coercitiva da mesma o que atrasou por mais de uma hora o inicio dos trabalhos.

Em frente a Câmara municipal faixas com pedidos de justiça foram afixadas, a família da vitima também compareceu para  assistir o primeiro caso de Tribunal do júri de um crime passional em Canaã onde vitimou o filho de dona Nilda Costa Souza “Quero apenas que justiça seja feita”. Disse ela.

Dos vinte e um jurados sorteados para estarem hoje no júri apenas 21 participaram do sorteio que escolheu sete para compor a mesa dos jurados, que conta com cinco homens e duas mulheres.


Relembre o caso.

O assassinato de Neto aconteceu no dia 02 de março de 2012 na Avenida Weine Cavalcante próximo ao departamento de transito onde a vitima era diretor. O fato teve muita repercussão na época pelo fato de a acusada ser ex-mulher da vitima e ter ido ao velório e chorado sobre o corpo.

O assassino Antônio Juquira foi capturado pela policia de Agua Azul do Norte próximo a localidade conhecida como Casa Branca na PA 279, quando retornavam para sua cidade de origem Tucumã, juntamente com Givaldo Sá Solto que ao serem pegos o assassino e seu comparsa confessaram o crime e entregou Eliane, como sendo a mandante do crime. Antônio Juquira está foragido do presidio de Marabá onde cumpria pena, por isso será julgado noutro momento. O advogado de Givaldo pediu suspensão de sua defesa, portanto o réu também não será julgado hoje.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Cícero Gomes Feitosa é preso em Canaã por estupro e roubo


Dono de uma extensa ficha policial Cícero Gomes Feitosa 42 anos, está de novo atrás das grades, desta vez o elemento foi preso em Canaã dos Carajás e mais uma vez acusado de estupro e roubo.
Segundo informou o delegado de policia Dr. Paulo Mascarenhas o fato ocorreu por volta das 20h de quinta feira, a vitima que não terá sua identidade revelada afirmou que estava em frente sua casa ligando para o marido quando foi abordada por Cícero que sob ameaça de uma arma branca a levou para uma construção próximo a sua residência onde a violentou sexualmente e roubou seu aparelho celular SAMSUNG GALAXY NOTE II cor chumbo e capa azul.

Canivete usado por Cícero para render a vitima
A policia Militar sob o comando do major Aquino ao ser informada do fato através do celular de plantão da policia, empreendeu diligencia com intuito de capturar o meliante, porém foi no dia seguinte por volta de 9h da manhã que uma denuncia anonima dava noticia de um homem em via publica querendo vender um celular com as características acima descritas, imediatamente a PM foi até o local, mas Cícero já havia saído, sendo encontrado minutos depois próximo a casa da vitima em posse do aparelho. "Quero agradecer e ratificar a importância da população neste caso,  que ligou denunciando e através desta denuncia conseguimos chegar ao meliante". Disse Major Aquino que espera que com a divulgação do caso e da imagem do estuprador outras vitimas o reconheçam e compareçam a delegacia, pois os casos registrados até o momento são de fatos ocorridos após o inicio de maio de 2013 e Cícero já reside em Canaã desde Novembro de 2012.

Delegado Paulo Mascarenhas e Major Aquino
Em entrevista a imprensa Cícero não negou as acusações, porem disse ter sido a primeira vez que cometeu esse crime e que só o fez em virtude do álcool que havia ingerido, mas segundo informou o delegado Dr. Paulo Mascarenhas com menos de 24h de sua prisão o meliante já foi reconhecido por seis vitimas, e sua ficha policial já foi levantada. "Trata-se de um elemento perverso, no qual rouba e agride suas vitimas além de violenta-las sexualmente, foi preso em Xinguara acusado de estuprar seis mulheres e roubar uma moto, cumpriu pena em Redenção e assim que saiu contratou um pistoleiro para matar uma jornalista que divulgou seu caso, ou seja é um elemento de alta periculosidade que agora está fora das ruas". relatou o delegado que pediu a transferência do preso para o presidio de Marabá.


Relembre os casos:

Segunda-feira 21 de março de 2011 por volta das 6h, Cícero Gomes Feitosa, 40 anos, casado, pedreiro, residente no setor Selecta, em Xinguara, acusado de cometer vários estupros foi preso. Cícero usava uma arma com a qual obrigava sua vítimas a subirem na garupa de sua moto e as levava para lugar ermo onde estuprava e ainda filmava toda ação a que submetia suas vítimas.

População foi pra porta da delegacia e queria linchar o estuprador em Xinguara
 Neste caso em Xinguara o numero de vitimas que registraram contra Cícero foi o mesmo de Canaã, sendo que três o denunciaram por estupro e outras três por tentativa.
Assim que a notícia se espalhou dando conta da prisão do acusado, a frente do prédio da Delegacia de Polícia de Xinguara, ficou cercada pela multidão que gritava “Solta ele”, “Solta esse bandido”, “Entrega ele pra nós”.

 Em Xinguara Cícero respondeu por estupro, lesão corporal, sequestro e roubo. Ele já esteve preso outras vezes, por porte ilegal de arma de fogo, furto e ameaça a vizinho.

Apesar de ter sido indiciado por tantos crimes no ano seguinte Cícero já estava em liberdade, no dia 23/11 a jornalista da TV Record Xinguara procurou a delegacia de policia de Xinguara onde registrou um boletim de ocorrência denunciando que estava sendo ameaçada de morte. Que no dia 17 de Novembro de 2012, ela teria sido procurada por um homem de pré nome João Pedro o qual lhe informou que havia sido contratado pelo ex detento Cícero Gomes Feitosa para mata-la, o valor combinado foi 2 mil reais pelo serviço que só não foi concretizado por que quando João Pedro chegou a casa da repórter reconheceu seus pais, como sendo amigos de longa data, o que o fez desistir da empreitada.

Na virada do ano 2012 para 2013 Cícero que já residia em Canaã foi até a cidade vizinha Xinguara cometer outro delito, dessa vez foi flagrado pela câmera de segurança de uma loja no momento em que tentava arrombar a porta da frente, desde então o elemento não foi mais visto por lá.






 
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